Início        Farlei       Física       Catequese

 
 

Nasci em 12/03/1981 na cidade de Araçatuba-SP, aluno do Colégio Salesiano por 11 anos, estudei italiano por fascículos em banca nos Cursos de Idiomas Globo aos 16 anos. Sou formado em Física na UFSCar e Filosofia no Claretiano, catequista desde 2007 e gosto de documentários, filmes e desenhos animados. O nome "Farlei" vem do inglês arcaico "Farley" e significa "campo distante", o nome "Roberto", também do inglês arcaico, significa "brilhante na glória", já o sobrenome, por sei mais complexo, está descrito no fim desta página.

 
 
 

      Currículo profissional

Na plataforma lattes: http://lattes.cnpq.br/7426934520441674
 

Estudei de 1988 até 1998 no Colégio Salesiando Dom Luiz Lasagna, na primeira turma de colegial. As minhas notas só começaram a melhorar na 8ª série e depois tive um bom resultado no colegial e no vestibular, no meio do 3º ano prestei UEL e das 15 vagas fiquei em 16º, depois só prestei a fuvest para a UFSCar e passei na 1ª chamada. Como apenas dois alunos passaram de primeira nas duas salas, nós aparecemos nas revistas de 19981999 e 2001.

  
  Licenciatura em Física. Universidade Federal de São Carlos.
Graduação. 1999-2004. São Carlos-SP.
www.ufscar.br
  Informática em Educação. Universidade Federal de Lavras.            TCC
Especialização. 2005-2006. Lavras-MG. www.ied.ufla.br
Licenciatura em Filosofia. Centro Universitário Claretiano.              TCC
Graduação. 2010-2012. Batatais-SP.
www.claretiano.edu.br 
Ensino de Filosofia. Universidade Federal de São Carlos.                   TCC
Especialização. 2013-2015. São Carlos-SP. www.ufscar.br
Bacharelado em Teologia. Centro Universitário Claretiano.               TCC
Graduação. 2013-2016. Batatais-SP.
www.claretiano.edu.br 
  
Aulas de física desde o estágio na faculdade com experiências em aulas particulares, reforço, cursinho, técnico e na maioria no ensino médio, em varais escolas de Araçatuba e região. Atualmente leciono como titular na escola pública Lopes Borges, onde fiquei em 57º dos 1321 aprovados no concurso.
 

 Experiência profissional

 Escola e endereço  Período  Função

Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Profissional (CEAP)

Rua Porangaba, nº 862. Araçatuba. (18) 3625-6688.

desde 11/2004 Acompanhamento escolar em física

Colégio Impacto - www.colegioimpacto.com.br

Rua Carlos Gomes, nº 636. Araçatuba. (18) 36081747.

08/2005 - 08/2006 Aulas de física em cursos técnicos

Colégio UNIESP - www.uniesp.edu.br

Rua Sarjob Mendes, nº 244. Araçatuba. (18) 3622-4686.

01/2006 - 06/2006 Aulas de física no ensino médio

Colégio CETEA - www.cetea.com.br

Rua Humaitá, nº 231. Araçatuba-SP. (18) 3624-4744.

 04/2006 - 12/2007

02/2009 - 12/2009

Ensino médio, técnico e cursinho

Colégio Royal Objetivo

Rua Pedro Guizeline, nº 130. Valparaíso. (18) 3401-1733.

08/2006 - 01/2009 Aulas de física no ensino médio

Serviço Social da Indústria (SESI)

Rua José Rico Belga, nº 74. Araçatuba.

09/2006 - 12/2006 Aulas de supletivo do ensino médio

Máximo Apoio Educacional

Avenida da Saudade, nº 242. Araçatuba. (18) 3624-3332.

02/2007 - 12/2007
Acompanhamento escolar em física

E.E. Prof. José Augusto Lopes Borges

Rua Cristiano Olsen, nº 3525. Araçatuba. (18) 3623-4125.

01/2008 - 12/2013 Aulas de física no ensino médio
Universidade Paulista (UNIP)
Avenida Baguaçu, nº 1939. Araçatuba. (18) 3117-4550.
desde 04/2013 Aulas de física para engenherios
 

Não gosto de ler e nunca neguei isso, mas quando o assunto compensa o esforço a leitura acontece. Os livros mais importantes que li nos últimos estão listados a seguir, são basicamente em assunto catequético, onde a maioria é a partir de 2006. Pode-se notar que são assuntos profundos, maioria, e são estes que me interessam.

 
A infância de Jesus. Papa Bento XVI. A Bíblia no meu dia-a-dia. Pe. Jonas Abid.
Bíblia Sagrada. Tradução da CNBB. Já li inteira! Alimento Sólido. Prof. Felipe Aquino.
Catecismo da Igreja Católica. A Nova Era. Documento do Vaticano. Felipe Aquino.
Compêndio do Catecismo da Igreja Católica. Buscai as coisas do alto. Pe. Léo, SCJ.
Compêndio do Vaticano II. Catequese e Fé. Regina H. R. Mantovani e pe. Paulo C. Gil.
Confissões. Santo Agostinho. Coletânea Pe. Léo SCJ. Palestras. Canção Nova.
Deus Caritas est. Papa Bento XVI. Discurso do método. René Descartes.
Diretório Geral para a Catequese. Falsas doutrinas. Prof. Felipe Aquino.
Diretório Nacional de Catequese. CNBB. Filho, vai trabalhar na minha vinha. Pe. Charles Borg.
Documento de Aparecida. Formação Básica de Catequistas. Arquedioc. Curitiba.
Escritos de São Francisco. Editora Vozes. Jovens sarados. Pe. Léo, SCJ.
Fides et Ratio. Papa João Paulo II. Livro do catequista: fé, vida, comunidade.
Jesus de Nazaré. Parte I e II. Papa Bento XVI. Milagres Eucarísticos. Pe. Manuel Traval y Roset S. J.
Lembranças de minha vida. J. Ratzinger-Bento XVI. Os Anjos. Prof. Felipe Aquino.
Levantai-vos! Vamos! Papa João Paulo II. Os milagres de Fátima. Renzo Allegri e Roberto Allegri.
Sacramentum Caritais. Papa Bento XVI. Sim, sim! Não, Não! Pe. Jonas Abid.
Santa Catarina de Sena - Cartas completas. Svmma Daemonacai. Pe. Jose Antonio Fortea.
Sou Católico: Vivo minha Fé. CNBB. Recursos Didáticos p. a Catequese. L. Machado e M. Lise.
Spe Salvi. Papa Bento XVI. Regras para a Direção do Espírito. René Descartes.
Porta Fidei. Papa Bento XVI. Venham comer. Pe. Charles Borg.
Ritual de Exorcismos. Vivendo a filosofia. Gabriel Chalita.
Verbum Domini. Papa Bento XVI.  
Vida e milagres de São Bento. Papa Gregório Magno.  
YouCat -  Catecismo Jovem da Igreja Católica  
  
 

      Pesquisa realizada a respeito do sobrenome Mazzarioli

Este sobrenome italiano faz parte de um  amplo conjunto de sobrenomes, sendo que o mais comum e o que apresenta ser a raiz de todos eles é o Mazzarolo. Originário de uma lenda folclórica italiana sobre um tipo de duende do folclore medieval. O sobrenome Mazzarioli é uma forma plural de Mazzariolo, que é variante regional de Mazzarolo, forma italianizada de massarolo que significa sonho, pesadelo, mas indica, na tradição setentrional, um ser fantástico benéfico que teria ensinado aos criadores de gado como fazer manteiga, queijo e cuidava dos animais à noite; em decorrência dessa lenda, massarol, massarolo, massariol, massariolo indica também um camponês de sucesso, protegido por esta criatura, conforme indica o "Dicionário de Sobrenomes Italianos" de Ciro Mioranza, da Editora Escala.

 

São originários da mesma fonte os sobrenomes: Mazzarolo, Mazzaroli, Mazzariolo, Mazzarioli, Mazzarol, Massarolo, Massaroli, Massariolo, Massarioli, Massarol e Massariol. Conforme a região pode variar a pronúncia, mas todos são próprios da província do Vêneto, região da famosa cidade de Veneza. Trata-se de um sobrenome raro, mesmo na Itália, e no mapa a seguir você pode ver a distribuição de algumas famílias concentradas ao norte do país, próximo ao Mar Adriático. O ser fantástico da lenda é um folletto”, que em espanhol é “duendes”, em francês “follets” e em inglês “folcks”, por isso esta é a origem da palavra folclore, que vem do idioma inglês, folck (povinho) e lore (conhecimento), significando o “conhecimento do povinho”. Cada folletto tem a sua riqueza cultural e seu valor na tradição popular em que foram criados na idade média, como exemplos teremos gnomos, elfos, brownies, leprechauns, kobolds, cluricaune e monaciello.

 
    www.gens.labo.net
www.heraldica.com.br
www.araldis.com
Família Massariol





 

O brasão da família italiana Mazzarolo é prateado com montes verdes de três cumes, nomeados com a sigla BAIM no campo, neste campo há três ciprestes verdes ao topo dos três cumes, as laterais sustentadas por um leãozinho vermelho, este de direita revoltada. Com base nas cores e símbolos deste brasão é que foi construído este site, assim temos o leão vermelho e o fundo branco. E para completar a barba vermelha presente na família como sendo outro motivo que escolhi este leão vermelho como logo deste site. O sobrenome da minha família chegou ao Brasil com Antônio Mazzariol no final do século XIX, mas ao assinar os documentos entenderam Antônio Mazzarioli, ganhando um “i” no final. A mudança de grafia ainda não acabou, um de seus vários filhos, José Mazzarioli, se mudou para Araçatuba-SP, onde moramos, e este teve dois filhos, Lair Mazzarioli (meu avô) e Luís de Assis Mazzariolli. E ainda, como os “zz” se pronuncia “tss”, como em “pizza” as quatro filhas foram batizadas com Massarioli.

 

No imaginativo mundo das lendas folclóricas surgiram alguns nomes e sobrenomes populares, dentre os quais o nosso. Uma raiz é vista no texto de 1762, Istoria delle immaginazioni stravaganti del Signor Oufle”, onde há um folleto vestido de vermelho e ajudando no cuidado dos animais, sendo conhecido como el massarol”. Enquanto o na região veneziana, o massarolo, era visto como um “pequeno camponês” cuidadoso com os animais e um tanto religioso, mas também um galanteador das jovens. As lendas variam muito entre si, algo próprio da imaginação popular e segundo o ditado: “quem conta um conto aumenta um ponto”. Tal que na comédia Roselmina” de Lauro Settizonio, em 1595, o folletto se apresenta ao público: “Tão audacioso, tão rápido, tão altivo, belo, branco, com chapeuzinho vermelho, acredito que alguém me conheça, e especialmente vocês, belíssimas mulheres...! Eu me declaro sendo um folletto, que vocês, outros, senhores venezianos, chamem-me de Mazzaruolo”.

 

Mas nem sempre essa lenda retrata um personagem bonzinho, um conto assustador era usado para que as crianças não armassem travessuras, não se afastassem de casa sozinhas ou se aventurassem em lugares perigosos. No mesmo sentido, na Inglaterra, se dizia que os ogros raptavam as crianças e também temos a historinha do lobo mal e a chapelzinho vermelho. Numa história escrita por Ivo Ren, o Mazaròl “rodava continuamente entorno das moitas de avelãs ainda não maduras, se colocassem o pé na pegada de sua bota (sua armadilha) imediatamente perdiam a orientação e invés de voltar para casa, como em transe, seguiam as pegadas do Mazaròl até seu esconderijo”. Nisso os adultos diziam: “Crianças, nesta manhã, ouviram o Mazaròl que batia sua foice?”. Estes respondiam que não e os adultos diziam: “Mas nós sim! O ouvimos em vários lugares. Não saiam, se não querem que te cortem as pernas!”.

  

A armadilha do mazzarol. Era um pequeno homenzinho, vestido de vermelho, que deixava pegadas por onde passava. Quando alguém metia o pé nesta pegada, não era mais capaz de sair delas por ficar tonto, acabando por perder-se. Uma vez um homem estava andando perdido e pisou na armadilha do mazzarol e não conseguiu voltar para casa. Também a irmã do meu avô andava perdida e não conseguia sair do rastro, e começou a falar: “Venha me buscar. Estou perdida!” É verdade que ela já estava perdida. Não se sabe a razão. Se pensa que pôs o sapato sobre a pegada do mazzarol. Villabruna di Feltre (BL), ott. 1992; Gina, a. 65, contad.; E. Ricci.

 
  

Algo do gênero é a lenda de duendes que escondem potes de ouro no final do arco íris, assim quem for ambicioso e burro vai ficar um pouco cansado de tanto andar, e quando se contava para as crianças que uma forma de se pegar um passarinho era colocar um montinho de sal sobre o rabinho dele, e muitas crianças andavam com saquinhos de sal para fazer isso. Em todas as fontes há uma boa convergência na pronúncia do nome e  tal como todo folletto ele é baixinho e travesso. Sempre vestido de vermelho traz em si uma história simpática de um camponês dedicado e paquerador, mas também foi usado para pôr medo em crianças a fim de evitar travessuras. Imagino que ao se contar essas estórias algumas pessoas ganharam apelidos, que se tornaram epítecos e depois sobrenomes.